Missões com Oração e Jejum

Bem que poderia ser o nome de um saboroso prato culinário, pois “missões com oração e jejum” era, na perspectiva de Jesus, “uma comida (que) tenho para comer” (Jo 4.32). A Igreja de Antioquia conhecia tal compromisso, tendo começado uma grande epopeia missionária com oração e jejum (At 13.1-4).

Mas nem sempre foi assim. Houve um tempo em que o povo de Deus pensava que a consagração voluntária na prática da oração e jejum dependia apenas de alguns sinais exteriores, e que isso bastaria. Deus questionou: “Seria este o jejum que escolhi, que o homem um dia aflija a sua alma, incline a sua cabeça como o junco e estenda debaixo de si pano de saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aceitável ao Senhor?”.

Então, o Senhor indicou o que lhe agradava: “Porventura, não é este o jejum que escolhi: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as ataduras da servidão, deixes livres os oprimidos e despedaces todo jugo? Porventura, não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante?” (Is 58.5-7). Isso é, em suma, fazer missões com oração e jejum!

A paz do Senhor, Fortalecendo a Família.

Samuel Câmara

Pastor da Assembleia de Deus em Belém

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